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Transações não autorizadas ocorrem quando um pagamento é efetuado sem a permissão do titular do cartão. Geralmente, são resultado de fraudes por invasão de conta, roubo de dados de cartão ou falhas na autenticação e no monitoramento. Para os comerciantes, o impacto real se manifesta posteriormente na forma de contestações e estornos. Prevenir transações não autorizadas exige mais do que apenas verificações antifraude no momento da finalização da compra. Depende do controle de riscos antes, durante e após a transação.
Transações não autorizadas são geralmente tratadas como casos isolados de fraude.
Na prática, são o resultado de uma série de falhas.
A conta de um cliente é comprometida.
É utilizada uma forma de pagamento salva.
O pedido é processado normalmente.
A discussão vem depois.
Se você está tentando entender o que é uma transação fraudulenta, é útil olhar além da transação em si.
As transações não autorizadas não são o ponto de partida.
Eles são o resultado.
Uma transação não autorizada é qualquer pagamento efetuado sem o conhecimento ou consentimento do titular do cartão.
Isso pode incluir:
Quando os comerciantes pesquisam por “significado de transação fraudulenta” ou “o que é uma transação fraudulenta”, geralmente se presume que o cartão foi roubado.
Isso é apenas uma parte do quadro.
Em muitos casos, a transação é tecnicamente válida:
A questão é a autorização.
O cliente não aprovou a transação, mesmo que o sistema a tenha aprovado.
As transações não autorizadas não ocorrem aleatoriamente. Elas seguem padrões previsíveis.
O mais comum é o roubo de conta.
Um fraudador obtém acesso à conta de um cliente usando credenciais vazadas ou reutilizadas.
Uma vez lá dentro, eles podem:
Tudo parece normal porque o sistema confia na sessão.
Outras opções incluem:
Dados de cartões roubados
Os dados do cartão são utilizados diretamente, sem acesso a uma conta.
Phishing e engenharia social
Os clientes fornecem, sem saber, informações de login ou de pagamento.
Vazamentos de dados e reutilização de credenciais
As credenciais expostas em outros locais são reutilizadas em várias contas.
Em cada caso, a transação em si é a etapa final, e não o problema inicial.
As transações não autorizadas são causadas por uma combinação de comportamentos inadequados e falhas no sistema.
Reutilização de credenciais
Os clientes reutilizam senhas em vários sites, o que facilita o comprometimento das contas.
Formas de pagamento salvas
Os cartões salvos facilitam a vida dos clientes, mas também facilitam a vida dos invasores.
Controles deficientes após o login
Uma vez concedido o acesso, muitos sistemas deixam de avaliar o risco.
Visibilidade limitada entre as sessões
A fraude geralmente envolve uma sequência de ações, e não eventos isolados.
Dependência excessiva de ferramentas contra fraudes no checkout
A maior parte das medidas de prevenção contra fraudes concentra-se no bloqueio de cartões roubados, e não de contas comprometidas.
Esses não são casos isolados. São problemas estruturais.
Transações não autorizadas raramente são casos isolados. Elas seguem padrões.
A detecção depende do reconhecimento precoce desses padrões.
Os principais sinais incluem:

Comportamento de compra incomum
Pedidos que não correspondem ao valor, à categoria ou à frequência habituais do cliente.
Novo dispositivo seguido de atividade
Um login feito a partir de um dispositivo não reconhecido, seguido por alterações na conta ou por uma transação.
Cenas de ação em ritmo acelerado
Faça login → altere a conta → efetue a compra em um curto espaço de tempo.
Inconsistência entre o comportamento e o histórico
Atividade que não se alinha à forma como o cliente normalmente interage.
Nenhum sinal isolado confirma a fraude. São os padrões que o fazem.
O risco aumenta quando surgem vários sinais na mesma sessão.
A prevenção de transações não autorizadas exige o controle de riscos ao longo de todo o ciclo de vida.
A maioria dos comerciantes investe excessivamente no bloqueio de pagamentos suspeitos e investe de forma insuficiente no monitoramento de sessões confiáveis.
O risco de transações não autorizadas abrange três etapas:

Antes de fazer login: reduza a exposição
Esses controles reduzem o volume de ataques, mas não eliminam o risco.
O objetivo não é bloquear totalmente o acesso. É questioná-lo quando algo não estiver de acordo.
É aqui que ocorre a maioria das transações não autorizadas.
Assim que o acesso é concedido, a sessão passa a ser considerada confiável. É aí que a fraude se esconde.
Quando ocorre uma transação não autorizada, o processo passa para o banco emissor.
Do ponto de vista do titular do cartão:
Para os comerciantes, isso costuma se transformar em uma disputa.
Nesse momento:
O reembolso antecipado de uma transação fraudulenta pode, em alguns casos, evitar um estorno, mas apenas antes de a contestação ser apresentada. A partir desse momento, a decisão passa a caber inteiramente ao banco emissor.
Transações não autorizadas raramente causam problemas imediatos. O impacto só se manifesta mais tarde, quando o cliente percebe a cobrança.

Na maioria dos casos, o procedimento é simples:
Nesse momento, a transação entra no processo de estorno.
Do ponto de vista do emissor, esses casos são simples:
O desafio é que muitas transações não autorizadas resultam do roubo de identidade.
Isso cria uma lacuna.
O sistema detecta:
O emissor considera que:
Sem provas claras que liguem o titular do cartão à compra, é difícil vencer essas contestações por meio de uma nova apresentação do caso para estorno.
É aí que ocorrem as perdas.
Para os comerciantes, o resultado é o mesmo.
A falha não ocorre na fase final do processo. Ela ocorre antes, quando o acesso é concedido sem o controle necessário.
Prevenir transações não autorizadas é mais eficaz do que tentar recuperá-las posteriormente.
Os comerciantes que monitoram o comportamento ao longo de todo o ciclo de vida reduzem as disputas antes que elas ocorram e evitam perdas que não podem ser recuperadas posteriormente.
As transações não autorizadas não terminam no momento da compra. Elas surgem posteriormente como contestações.
Se você já está lidando com estornos relacionados a fraudes, a verdadeira questão é como esses casos são tratados depois que ocorrem.
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