O Apple Pay lidera o mercado de pagamentos por carteira digital com cerca de 744 milhões de usuários, domínio nos EUA e integração com o transporte público, sendo ideal para usuários de iPhone. O Google Wallet se destaca com 200 a 250 milhões de usuários, a flexibilidade do Android e recursos de privacidade, reinando nos mercados emergentes. Ambas as carteiras são seguras, convenientes e prometem crescer, mas sua escolha depende do seu dispositivo, das suas necessidades de privacidade e da sua região.
Mais de 5,3 bilhões de pessoas, ou quase dois terços dos cerca de 8,2 bilhões de habitantes do mundo, já utilizam carteiras digitais como o Apple Pay e o Google Pay. Analistas prevêem que o volume de transações ultrapassará os US$ 16 trilhões até 2028.
Na vanguarda estão o Apple Pay e o Google Pay (agora chamado de Google Wallet na maioria das regiões), os gigantes da fintech que possibilitam pagamentos fáceis, seguros e com um único toque.
Com 40% das compras online realizadas em dispositivos móveis, essas carteiras digitais estão se tornando cada vez mais indispensáveis tanto para os consumidores quanto para as empresas. Esta pesquisa analisa as principais estatísticas para 2025, as taxas de adoção e tendências surpreendentes do Apple Pay e do Google Wallet. Seja você um usuário fiel do iPhone, um entusiasta do Android ou um comerciante em busca de um processo de checkout mais rápido, você descobrirá números e estatísticas pouco conhecidos que revelam os bastidores do funcionamento dessas carteiras digitais.
Visão geral: Apple Pay x Google Wallet
Apple Pay – O gigante dos pagamentos do iPhone
A Apple lançou o Apple Pay em 2014. O serviço foi pioneiro no mercado de carteiras digitais. O Apple Pay prosperou dentro do ecossistema altamente integrado da Apple, composto por iPhones, Apple Watches e Macs. No momento da redação deste artigo, as estimativas apontam para um total de até 744 milhões de usuários do Apple Pay na rede, um aumento em relação aos 507 milhões registrados há cinco anos.
O Apple Pay processa bilhões de transações anualmente e está disponível em mais de 90 países, com o apoio de 11.000 bancos. O Apple Pay domina o mercado dos EUA, com uma participação de 54% nas transações realizadas com carteiras digitais em lojas físicas.
⚠️ Por que o Apple Pay se destaca: a interface intuitiva do Apple Pay, a ampla aceitação por parte dos estabelecimentos (90% dos varejistas dos EUA) e os recursos de segurança robustos, como o Face ID, fazem do Apple Pay um dos favoritos! Em 2023, o Apple Pay processou US$ 6 trilhões em pagamentos, gerando US$ 1,9 bilhão em receita.
Google Wallet: o concorrente versátil do Android
O Google Pay, que será renomeado como Google Wallet na maioria dos mercados até junho de 2024, foi lançado em 2015 e atende de 200 a 250 milhões de usuários em todo o mundo em 2025. O Google Pay permitiu que os usuários armazenassem digitalmente informações de cartões de crédito ou débito e realizassem transações usando seus smartphones ou dispositivos vestíveis.
Disponível em cerca de86 países, o Google Wallet aproveita a tecnologia NFC aberta do Android para oferecer recursos flexíveis, como compartilhamento de ingressos e transferência de arquivos. O Google Wallet também se integra perfeitamente aos smartwatches com Wear OS. O Google Wallet conta com cerca de48,6 milhões de usuários nos EUA, número que deve chegar a 57 milhões até 2028.
⚠️ Por que o Google Wallet se destaca: a compatibilidade do Google Wallet com smartwatches Wear OS, a integração com sistemas de transporte público e recursos como a verificação de idade com prova de conhecimento zero (ZKP) atraem usuários de Android preocupados com a privacidade. Estima-se que ele tenha processado entre US$ 270 e 450 bilhões em 2023, embora os números exatos não tenham sido divulgados.
Resumo das funcionalidades exclusivas: Novidades em 2025
Destaques do Apple Pay em 2025
Identidades digitais e passaportes no Wallet: a Apple confirmou na WWDC25 que, a partir do outono de 2025, os usuários dos EUA poderão adicionar uma versão digital do seu passaporte ou identidade estadual ao Wallet. O recurso funciona nos pontos de controle da TSA e é compatível com a função “Verificar com o Wallet” em sites qualificados, como Uber Eats, Turo e bancos.
Pagamentos pré-autorizados para assinaturas: O Apple Pay no iOS 26 introduz os pagamentos pré-autorizados, permitindo que os usuários configurem pagamentos recorrentes com uma única autorização.
Rastreamento de pedidos com inteligência artificial: o Apple Intelligence utiliza IA integrada ao dispositivo para extrair e exibir automaticamente informações de rastreamento de compras a partir de e-mails de lojas ou transportadoras, além de fornecer resumos de transações, lembretes e recomendações.
Cartões de embarque aprimorados + mapas de interiores: os cartões de embarque do Wallet agora incluem o Live Activities, com atualizações em tempo real e mapas de interiores integrados, ajudando você a se orientar facilmente nos aeroportos.
O CDCVM permite transações com limites mais altos: o Apple Pay agora utiliza o Método de Verificação do Titular do Cartão por Dispositivo do Consumidor (CDCVM) do Face/Touch ID para transações sem contato seguras acima dos limites tradicionais em terminais compatíveis.
Integração das chaves de acesso e login simplificado: o iOS 26 ampliou o uso das chaves de acesso no iPhone e nos aplicativos do ecossistema, permitindo logins biométricos sem senha, mais seguros e resistentes a tentativas de phishing.
💹 Tendência surpreendente: a integração do Apple Pay com a rede de transportes de Londres é responsável por 90% dos pagamentos sem contato, tornando-o o sonho de quem usa o transporte público.
Destaques do Google Wallet em 2025
Identidades digitais com verificação de idade por prova de conhecimento zero (ZKP): O Google confirmou na Google I/O 2025 que agora é possível armazenar documentos de identidade estaduais/passaportes (Arkansas, Montana, Porto Rico, Virgínia Ocidental) e comprovar que você tem mais de 18 ou 21 anos em aplicativos sem revelar sua identidade.
Cartões de embarque vinculados automaticamente: após o check-in, as companhias aéreas parceiras podem enviar os cartões de embarque (e vincular cartões de fidelidade) diretamente para o Google Wallet, com atualizações em tempo real sobre portões de embarque e atrasos.
Notificações de passes nas proximidades: os alertas ativados exibem o ingresso, cartão de fidelidade ou cupom certo quando você entra no local ou na loja em questão.
Cartões genéricos com imagens seguras e bloqueio biométrico: os desenvolvedores podem emitir cartões de visita, cartões de associado, ingressos para eventos ou cartões de seguro que ficam ocultos por trás do Face ID, Touch ID ou PIN.
Informações sobre transporte público e suporte a passes sazonais: vincule um cartão de pagamento tokenizado a passes mensais/anuais e consulte o histórico de viagens, os limites de tarifa e as economias na Wallet.
Acesso supervisionado Family-link para crianças: Nos EUA, Reino Unido, Austrália, Espanha e Polônia, os pais podem aprovar pagamentos por aproximação, receber alertas instantâneos sobre gastos e bloquear remotamente o cartão ou os passes de seus filhos.
💹Tendência surpreendente: o domínio do Google Wallet na Índia, com 82% de penetração nas lojas físicas, destaca a força do Android nos mercados emergentes.
Taxas de adoção do Apple Pay e do Google Wallet no mercado: quem está ganhando em cada lugar?
Estima-se que o volume de transações digitais do tipo “tap-to-pay” (incluindo Apple Pay e Google Wallet) cresça cerca de 150% até 2028. Até 2027, espera-se que as carteiras digitais se tornem o método de pagamento alternativo de fato para transações em pontos de venda nos Estados Unidos.
Alcance global do Apple Pay
A Apple afirmou, durante o 10º aniversário do Apple Pay no ano passado, que centenas de milhões de consumidores utilizam esse método de pagamento para efetuar compras em milhões de sites e aplicativos, em dezenas de milhões de lojas em todo o mundo.
Usuários do Apple Pay em todo o mundo:
O Apple Pay tinha cerca de 744 milhões de usuários em todo o mundo em 2024, contra 507 milhões em 2020, o que representa um crescimento de 26,2% (TCAC de 6,0%), com uma projeção de 1 bilhão até 2030.
Em 2022, o Apple Pay processou US$ 6 trilhões em transações em todo o mundo, gerando US$ 1,9 bilhão em receita (0,14% por transação).
Analistas indicam que o volume de transações do Apple Pay atingiu 15 bilhões em 2022 e 20 bilhões em 2023.
Estatísticas do Apple Pay nos EUA:
O Apple Pay contava com 60 milhões de usuários nos Estados Unidos (21,2% da população) em 2024, passando para 63,9 milhões em 2025 (um crescimento de 6,1% em relação a 2024) e 67 milhões em 2026 (taxa composta de crescimento anual de 6,7% a partir de 2020).
Em 2024, 54% das transações com carteiras digitais em lojas físicas foram realizadas com o Apple Pay, um aumento em relação aos 48,9% registrados em 2023; já os pagamentos online representaram 14,2%, um aumento em relação aos 12,7% de 2023.
O Apple Pay facilitou US$ 199 bilhões em compras em lojas físicas em 2022, representando 3,1% do total das vendas dos comerciantes nos Estados Unidos.
Mais de 85% dos varejistas dos EUA aceitam o Apple Pay, sendo que os setores de varejo (14%), moda, manufatura e alimentos/bebidas são os principais a adotar o serviço.
Mais de 1 em cada 5 consumidores dos EUA (21,2%) utilizou o Apple Pay pelo menos uma vez por mês em 2024.
Destaques do Apple Pay fora dos EUA:
Reino Unido: 63% em lojas físicas, 39% de penetração do Apple Pay. O Apple Pay é aceito por mais de 3.000 bancos/emissores de cartões e 250 fintechs/bancos desafiadores na Europa.
Austrália: 50% de participação no mercado de pagamentos em lojas físicas e 65% no mercado de pagamentos móveis.
China: Adoção limitada devido ao domínio do Alipay e do WeChat Pay.
Dados demográficos: a Geração Z lidera entre os usuários do Apple Pay, com 73,1% de uso semanal; a Geração Y e a Geração X vêm logo em seguida.
💹 Tendência surpreendente:a participação de 92% do Apple Pay nas transações de carteiras digitais de débito nos EUA consolida seu domínio entre os usuários de iPhone.
Alcance global do Google Wallet
O Google não divulga dados precisos sobre usuários ou transações. No entanto, as previsões do setor e as pesquisas com consumidores oferecem uma visão sobre a adoção do Google Wallet.
Usuários globais do Google Wallet:
Em abril de 2022, o Google Wallet contava com cerca de 150 milhões de usuários em todo o mundo . Estima-se que a base de usuários atual do Google Wallet tenha crescido para aproximadamente 200 a 250 milhões de usuários globalmente , considerando uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) conservadora de 10 a 15%, com base no crescimento do mercado de pagamentos móveis e na participação global do Android no mercado de dispositivos (mais de 70% dos smartphones).
As projeções indicam que o número de usuários do Google Wallet poderá chegar a 300 milhões até 2028, impulsionado pelo domínio do Android em mercados emergentes como a Índia e o Sudeste Asiático.
O Google Wallet integra-se às principais redes de pagamento (Visa, Mastercard, Amex) e a empresas regionais de tecnologia financeira, especialmente na Índia e no Sudeste Asiático.
O mercado global de carteiras digitais processou US$ 9 trilhões em 2023, estimando-se que o Google Wallet detivesse uma participação de 3% a 5% nas transações de carteiras digitais (em comparação com os cerca de 10% a 15% do Apple Pay). Isso sugere que o Google Wallet processou aproximadamente US$ 270 a 450 bilhões em 2023, embora se trate de uma estimativa.
Estatísticas do Google Wallet nos EUA:
Em 2024, havia 48,59 milhões de usuários do Google Wallet (14,5% da população dos EUA), com projeções de atingir 50,94 milhões em 2025, 53,06 milhões em 2026 e 56,95 milhões em 2028.
17% das transações com carteiras digitais em lojas físicas e 20% a 25% dos pagamentos online são feitos com o Google Wallet.
O Google Wallet foi responsável por cerca de 2% a 3% do total das vendas dos comerciantes nos EUA em 2024, com aproximadamente 10% a 12% dos consumidores norte-americanos utilizando o Google Wallet pelo menos uma vez por mês nesse ano
Entre 70% e 80% dos varejistas dos EUA aceitam o Google Wallet.
Destaques fora dos EUA:
Índia: O Google Wallet (ainda conhecido como Google Pay na Índia) liderou com 82% de penetração em lojas físicas e 80% de penetração online em 2024. A Índia figura entre os principais países em pagamentos móveis por proximidade, com o Google Pay dominando o mercado ao lado do PhonePe.
Reino Unido: 37% em lojas físicas, 32% online.
França: 25–30% nas lojas físicas, ficando atrás dos 60% do Apple Pay.
Dados demográficos: O Google Wallet é mais popular entre pessoas de 25 a 44 anos; a Geração Z e a Geração Y o utilizam semanalmente em 60% a 70% e 45% a 50%, respectivamente.
💹 Tendência surpreendente:a participação de 20% a 25% do Google Wallet nas transações por carteira digital de débito nos EUA fica atrás do Apple Pay, mas cresce de forma constante, acompanhando a participação de 40% a 45% do Android no mercado de smartphones dos EUA.
Apple Pay x Google Pay: Segurança, Privacidade e Confiança
Tokenização para transações seguras: ambas as plataformas oferecem proteção contra fraudes com cartão, reduzindo os riscos de estorno. O chip Secure Element (SE) do Apple Pay oferece uma ligeira vantagem em termos de segurança baseada em hardware.
Padrões de autenticação biométrica: O Apple Pay exige autenticação biométrica uniforme por meio do Face ID ou do Touch ID para a maioria das transações. O Google Wallet oferece um programa semelhante, mas a funcionalidade pode variar dependendo das capacidades do dispositivo e das configurações do usuário.
Criptografia e armazenamento de dados: o Apple Pay e o Google Wallet estão em conformidade com a norma PCI, o que garante uma exposição mínima dos comerciantes a dados confidenciais de cartões. O armazenamento no próprio dispositivo do Apple Pay é considerado mais seguro pelos consumidores preocupados com a privacidade.
Políticas de privacidade e compartilhamento de dados: a rigorosa política de proibição de rastreamento do Apple Pay reforça a confiança do consumidor, enquanto o Google Wallet incentiva os comerciantes com recursos como a integração de programas de fidelidade.
Exposição de dados dos comerciantes: ambas as opções protegem os comerciantes contra o manuseio de dados confidenciais de cartões, reduzindo a responsabilidade. O compartilhamento mínimo de dados do Apple Pay se adapta melhor aos mercados que priorizam a privacidade.
Confiança do consumidor e percepção da marca: a maior confiança no Apple Pay impulsiona uma maior adoção em mercados de alto padrão (por exemplo, EUA, Reino Unido), enquanto a confiança no Google Wallet é sólida em regiões onde o Android é predominante, como a Índia.
Conformidade regulatória e sinais de confiança: ambos atendem às necessidades de conformidade dos comerciantes, mas o foco do Apple Pay na privacidade lhe confere uma vantagem em regiões onde a confiança é um fator crucial. O Google Wallet se destaca em mercados emergentes com alta taxa de adoção.
Qual carteira você deve escolher?
Escolha o Apple Pay se você:
Tenha um iPhone, um Apple Watch ou um Mac.
Valorize a integração perfeita com o ecossistema da Apple (por exemplo, chaves de acesso, rastreamento por IA, checkout no Safari).
Desejo uma segurança biométrica rigorosamente aplicada e o Modo Expresso offline para o transporte público.
Costumo usar o transporte público em cidades como Londres ou Tóquio.
Faça compras em lojas dos EUA (85% aceitam Apple Pay).
Prefiro a sincronização automática de cartões de fidelidade e cartões de embarque.
Gerenciar dispositivos da família e deseja ter controles parentais.
Escolha o Google Wallet se você:
Use um celular Android ou um smartwatch com Wear OS.
Priorize recursos de privacidade, como verificações de idade baseadas em ZKP.
Compartilhe ingressos ou arquivos com frequência via NFC e Bluetooth.
Faça compras online com o Chrome e use números de cartão virtuais.
Morar ou viajar para regiões onde o Android é predominante (por exemplo, Índia, Brasil).
Quer receber atualizações em tempo real sobre o transporte público e alertas contextuais sobre passes?
Use o Family Link para gerenciar o acesso e as permissões dos filhos.
Como a Chargeflow reduz os riscos dos pagamentos digitais
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Tendências surpreendentes que moldarão os pagamentos em 2025
O boom do "Tap-to-Pay": Estima-se que as transações por carteiras digitais cresçam 150% até 2028, com o Apple Pay e o Google Wallet liderando a adoção em pontos de venda nos EUA (52% até 2027).
A ascensão das identidades digitais: tanto o Apple Pay quanto o Google Wallet oferecem suporte a identidades digitais, mas a tecnologia ZKP do Google oferece uma vantagem em termos de privacidade, enquanto a integração da Apple com a TSA atrai os viajantes.
A Geração Z impulsiona a adoção de métodos de pagamento: 73,1% dos membros da Geração Z usam o Apple Pay semanalmente; o Google Wallet fica atrás, mas ganha terreno entre os usuários mais jovens do Android.
O domínio do Google na Índia: a participação de 82% do Google Wallet nas transações em lojas físicas na Índia contrasta com as dificuldades do Apple Pay diante de gigantes locais como o PhonePe.
Resolução automatizada de disputas de estorno: Os comerciantes que aceitam pagamentos digitais, bem como as instituições financeiras que oferecem suporte ao fluxo de pagamentos, estão migrando de processos manuais de resolução de disputas para a gestão automatizada de casos com o Chargeflow, obtendo taxas de recuperação impressionantes.
Integração no transporte público: a participação de 90% do Apple Pay na rede de transporte de Londres supera a presença crescente, mas menor, do Google Wallet nesse setor.
Até 2030, espera-se que as carteiras digitais se integrem a pagamentos via RA/RV, criptomoedas e dispositivos IoT, com a Apple e o Google competindo pelo domínio do ecossistema.
Cronologia dos pagamentos digitais globais até o momento
Cronologia dos pagamentos digitais globais até o momento
📅
Década de 2000 – Ascensão dos pagamentos online e móveis
1999: Lançamento do PayPal
2003: A Alipay é fundada pela Alibaba (China)
2005: A NTT Docomo lança o Osaifu-Keitai no Japão – a primeira grande carteira digital
2007: Lançamento do M-PESA no Quênia – considerado um marco para a inclusão financeira
📅
Década de 2010 – O boom das carteiras digitais e a ascensão das fintechs
2011: Google Wallet
2014: Apple Pay
2015: Samsung Pay e Android Pay entram no mercado
2016: Lançamento da Interface Unificada de Pagamentos (UPI) na Índia – uma revolução nas transferências bancárias em tempo real
2017: WeChat Pay e Alipay dominam o mercado chinês de pagamentos móveis, avaliado em US$ 5,5 trilhões
2019: O Facebook anuncia o Libra (posteriormente renomeado como Diem), chamando a atenção para as moedas digitais privadas
📅
Década de 2020 – Convergência de moedas digitais e carteiras liderada pelo governo
2020: A COVID-19 acelera os pagamentos sem contato em todo o mundo
2021: A Apple anuncia compatibilidade com o Digital ID
2021: Nigéria lança o eNaira, a primeira moeda digital do banco central (CBDC) da África
2022: O sistema Pix do Brasil se torna dominante nos pagamentos em tempo real
2023: Lançamento do FedNow nos EUA para pagamentos instantâneos
2024: Protótipos do euro digital testados em toda a UE
2025: iOS 26 e compatibilidade com passaporte digital – especulação, mas com visão de futuro