
Recupere 4 vezes mais estornos e evite até 90% dos estornos recebidos, com o apoio da IA e de uma rede global de 20.000 comerciantes.
A disputa entre Apple Pay e Google Pay em 2026 se resume ao ecossistema e à presença geográfica. O Apple Pay lidera nos EUA, enquanto o Google Pay (Google Wallet) se expande globalmente.
A rivalidade entre Apple Pay e Google Pay continua a marcar a tendência global em direção às carteiras digitais em 2026. Com bilhões de usuários e trilhões em volume de transações, ambas as plataformas estão moldando a forma como os consumidores pagam online e nas lojas físicas.
Mais de 5,3 bilhões de pessoas, ou quase dois terços dos cerca de 8,2 bilhões de habitantes do mundo, já utilizam carteiras digitais como o Apple Pay e o Google Pay. Analistas prevêem que o volume de transações ultrapassará os US$ 16 trilhões até 2028.
Na vanguarda estão o Apple Pay e o Google Pay (agora chamado de Google Wallet na maioria das regiões), os gigantes da fintech que possibilitam pagamentos fáceis, seguros e com um único toque.
Com 40% das compras online realizadas em dispositivos móveis, essas carteiras digitais estão se tornando cada vez mais indispensáveis tanto para os consumidores quanto para as empresas. À medida que os pagamentos móveis crescem, a comparação entre o Google Pay e o Apple Pay torna-se mais relevante tanto para os consumidores quanto para os comerciantes. Ao comparar o Google Wallet com o Apple Pay, a diferença resume-se ao controle do ecossistema versus a acessibilidade global.
O Apple Pay lidera nos EUA com uma sólida participação de mercado, receita em crescimento e forte integração com o ecossistema. Os usuários do Google Pay impulsionam uma adoção global mais ampla, especialmente nos mercados Android e nas economias emergentes.
Esta pesquisa analisa as principais estatísticas para 2026, as taxas de adoção e as tendências surpreendentes do Apple Pay em comparação com o Google Pay (agora Google Wallet). Seja você usuário de iPhone, usuário de Android ou comerciante, você verá para onde cada plataforma está indo e o que isso significa para os pagamentos.
| Métrico | Apple Pay | Google Pay / Wallet |
|---|---|---|
| Lançado | 2014 | 2015 (Reformulação da marca da carteira em 2022) |
| Usuários globais | ~744 milhões (2024) → ~780 milhões (projeção para 2026) | 200–250 milhões |
| Usuários dos EUA (projeção para 2026) | ~67–87,5 milhões | ~53M |
| Participação das carteiras digitais nos EUA | ~49% dos usuários de carteiras digitais; mais de 50% das transações em lojas físicas | ~30% dos usuários de carteiras digitais; ~17% das transações em lojas físicas |
| Volume global de transações (2025) | ~US$ 8,7 trilhões | ~5,2 trilhões de dólares |
| Países beneficiados | 90+ | 86 |
| Bancos parceiros | ~11,000 | Grandes redes + fintechs regionais |
| Aceitação por parte dos varejistas dos EUA | ~85% | ~70–80% |
| Mercados mais fortes | EUA, Reino Unido, Austrália (premium) | Índia (~82% em lojas físicas), Sudeste Asiático, América Latina |
| Ecossistema | iOS / Apple Watch / Mac (encerrado) | Android / Wear OS (aberto) |
Os intervalos refletem estimativas divergentes de fontes externas (Statista, PYMNTS, Worldpay, Capital One Shopping, NCH); nenhuma das empresas divulga os números completos.
A Apple lançou o Apple Pay em 2014. O serviço foi pioneiro no mercado de carteiras digitais para o grande público. O Apple Pay prosperou dentro do ecossistema fortemente integrado da Apple, composto por iPhones, Apple Watches e Macs. No momento da redação deste artigo, as estimativas indicam que há até 744 milhões de usuários do Apple Pay na rede (2024), um aumento em relação aos 507 milhões registrados há cinco anos, com projeção de atingir cerca de 780 milhões até o final de 2026.
O Apple Pay processa bilhões de transações anualmente e está disponível em mais de 90 países, com o apoio de 11.000 bancos. Ao comparar o Apple Pay com o Google Pay, o Apple Pay detém uma participação estimada em mais de 50% das transações com carteiras digitais em lojas físicas nos EUA.
⚠️ Por que o Apple Pay se destaca: a ampla aceitação do Apple Pay pelos estabelecimentos comerciais — presente em mais de 85% dos varejistas dos EUA — e a autenticação biométrica consistente por meio do Face ID e do Touch ID fazem dele o método de pagamento padrão para muitos usuários de iPhone. Estima-se que o volume global de transações do Apple Pay chegue a cerca de US$ 8,7 trilhões em 2025 (um aumento em relação aos cerca de US$ 6 trilhões em 2023), com a receita do Apple Pay continuando a crescer à medida que sua adoção aumenta.
O Google Pay, hoje amplamente conhecido como Google Wallet, foi lançado em 2015 e atende entre 200 e 250 milhões de usuários, com crescimento contínuo até 2026. O Google Pay permite que os usuários armazenem digitalmente informações de cartões de crédito ou débito e realizem transações usando seus smartphones ou dispositivos vestíveis.
Disponível em 86 países, o Google Wallet aproveita o ecossistema aberto do Android para oferecer suporte a uma ampla variedade de casos de uso, desde pagamentos até bilhetes e passes digitais. Ele também se integra perfeitamente aos dispositivos Wear OS, ampliando suas funcionalidades para além dos dispositivos móveis.
⚠️ Por que o Google Wallet se destaca: a compatibilidade do Google Wallet com dispositivos Android, a integração com sistemas de transporte público e os recursos voltados para a privacidade atraem uma ampla gama de usuários. Ao comparar o Google Pay com o Apple Pay, os usuários do Google Pay impulsionam uma adoção global mais forte, especialmente em mercados emergentes e onde o Android é dominante. Estima-se que o volume global de transações do Google Pay chegue a cerca de US$ 5,2 trilhões em 2025 (um aumento em relação aos cerca de US$ 4,3 trilhões), com crescimento contínuo à medida que a adoção de carteiras digitais se expande globalmente.
Identidades digitais e passaportes no Wallet: A Apple confirmou na WWDC25 que, a partir do outono de 2025, os usuários dos EUA poderão adicionar uma versão digital do seu passaporte ou identidade estadual ao Wallet. O recurso funciona nos pontos de controle da TSA e é compatível com a função “Verificar com o Wallet” em sites qualificados, como Uber Eats, Turo e bancos.
Pagamentos pré-autorizados para assinaturas: O Apple Pay no iOS 26 introduz os pagamentos pré-autorizados, permitindo que os usuários configurem cobranças recorrentes com uma única aprovação. Isso reduz o atrito para serviços baseados em assinatura e compras recorrentes.
Rastreamento de pedidos com inteligência artificial: o Apple Intelligence utiliza IA integrada ao dispositivo para extrair e exibir informações de rastreamento de compras a partir de e-mails, oferecendo aos usuários visibilidade em tempo real das transações, do status da entrega e do histórico de compras.
Cartões de embarque aprimorados e mapas de interiores: os cartões de embarque do Wallet agora incluem o Live Activities e mapas de interiores integrados, melhorando a navegação em tempo real em aeroportos e centros de transporte.
O CDCVM permite transações com limites mais altos: o Apple Pay agora utiliza o Método de Verificação do Titular do Cartão por Dispositivo do Consumidor (CDCVM) por meio do Face ID ou do Touch ID para pagamentos sem contato seguros acima dos limites tradicionais, ampliando a usabilidade em transações de valor mais elevado.
Integração de chaves de acesso e login simplificado: o iOS 26 amplia o uso das chaves de acesso em todos os dispositivos Apple, permitindo uma autenticação sem senha que reduz o risco de fraudes e agiliza o processo de checkout.
💹 Tendência surpreendente: a integração do Apple Pay com a rede de transportes de Londres é responsável por 90% dos pagamentos sem contato, reforçando seu domínio no uso cotidiano e de alta frequência. Ao comparar o Apple Pay com o Google Pay, esse nível de uso recorrente destaca como o ecossistema da Apple gera um engajamento mais forte nos mercados desenvolvidos.
Essas funcionalidades refletem uma mudança mais ampla, com o Apple Pay se expandindo, além dos pagamentos, para áreas como identidade, autenticação e funcionalidades completas de carteira digital ao longo de 2026.
O Google Wallet continua a se expandir para além dos pagamentos, com novos recursos introduzidos em 2025 que agora estão definindo a forma como os usuários interagem com as carteiras digitais em 2026. Um dos principais focos é a identidade e a verificação.
As verificações de idade por meio de identidades digitais com prova de conhecimento zero (ZKP) permitem que os usuários armazenem documentos de identidade estaduais e passaportes e verifiquem a idade sem revelar sua identidade completa. Essa mudança posiciona o Google Wallet como parte de uma tendência mais ampla em direção a uma identidade digital que prioriza a privacidade.
O Google Wallet também melhora a experiência em viagens e a usabilidade no dia a dia. Os cartões de embarque podem ser adicionados automaticamente após o check-in, com atualizações em tempo real sobre portões de embarque e atrasos. Notificações baseadas na localização exibem bilhetes, cartões de fidelidade e passes relevantes no momento certo, reduzindo o incômodo no uso diário.
A plataforma continua a ampliar sua flexibilidade. Os desenvolvedores podem emitir passes privados, como cartões de associado, cartões de seguro ou ingressos para eventos, protegidos por autenticação biométrica ou PIN. Os recursos de transporte público também oferecem informações sobre o histórico de viagens, limites de tarifa e economia, tornando a carteira digital mais do que apenas uma ferramenta de pagamento.
O acesso vinculado à família oferece uma camada adicional de segurança, permitindo que os pais gerenciem pagamentos, aprovem transações e monitorem as atividades dos usuários mais jovens nas regiões compatíveis.
💹Tendência surpreendente: o domínio do Google Wallet na Índia, com 82% de penetração nas lojas físicas, destaca a força do Android nos mercados emergentes.
Essas funcionalidades refletem uma mudança mais ampla, com o Google Wallet se expandindo para áreas como identidade, acesso e funcionalidades completas de carteira digital ao longo de 2026.
Estima-se que o volume de transações digitais do tipo “tocar para pagar”, incluindo Apple Pay e Google Pay, cresça mais de 150% até 2028. Até 2027, espera-se que as carteiras digitais se tornem o método de pagamento alternativo padrão para transações em pontos de venda nos EUA.
Ao comparar o Apple Pay com o Google Pay, a adoção depende fortemente da localização geográfica, do ecossistema de dispositivos e do comportamento do usuário. O Apple Pay lidera nos EUA, enquanto os usuários do Google Pay impulsionam uma adoção global mais ampla.
| Métrico | Valor |
|---|---|
| Usuários de carteiras digitais em todo o mundo (2026) | ~5,2–5,3 bilhões (≈⅔ da população) |
| Valor global das transações com carteiras digitais (2023) | US$ 13,9 trilhões (Worldpay) |
| Crescimento previsto para o pagamento por aproximação até 2028 | +150% |
| Participação das compras online feitas por dispositivos móveis | ~40% |
O Apple Pay tinha cerca de 744 milhões de usuários em todo o mundo em 2024, contra 507 milhões em 2020, e a previsão é que se aproxime de 1 bilhão de usuários até 2030. Esse crescimento constante reflete a crescente adoção tanto em mercados desenvolvidos quanto em mercados onde os dispositivos móveis são predominantes.
Estima-se que o Apple Pay tenha processado cerca de US$ 8,7 trilhões em transações em 2025 (um aumento em relação aos mais de US$ 6 trilhões registrados em 2023), e a receita do Apple Pay continua a crescer em 2026, à medida que o volume de transações aumenta.
O Apple Pay continua sendo a carteira digital dominante nos Estados Unidos.
Esse domínio se deve ao controle que a Apple exerce sobre seu ecossistema e à ampla aceitação por parte dos comerciantes, o que a torna a carteira digital padrão para muitos usuários de iPhone.
Fora dos Estados Unidos, o Apple Pay continua a crescer, embora a adoção varie de acordo com a região:
Do ponto de vista demográfico, a adoção do Apple Pay é mais comum entre os jovens, sendo que a Geração Z e a Geração Y são os principais responsáveis pelo uso frequente e pelas transações recorrentes.
💹 Tendência surpreendente: a participação de 92% do Apple Pay nas transações de carteiras digitais de débito nos EUA consolida seu domínio entre os usuários de iPhone.
O Google não divulga dados precisos sobre usuários ou transações, mas as estimativas do setor e os dados de mercado oferecem um panorama claro das tendências de adoção. Ao comparar o Google Pay com o Apple Pay, o ponto forte do Google reside na sua escala global e na participação de mercado do Android.
O Google Wallet tinha cerca de 150 milhões de usuários em 2022, com um crescimento previsto para atingir 200 a 250 milhões de usuários em todo o mundo, e uma expansão contínua até 2026. Esse crescimento é impulsionado pela participação global do Android no mercado de dispositivos, que representa aproximadamente 65% a 70% do mercado mundial de smartphones.
As previsões indicam que o número de usuários do Google Pay poderá chegar a 300 milhões até 2028, impulsionado pela forte adesão em mercados como a Índia e o Sudeste Asiático.
O Google Wallet se integra às principais redes de pagamento, como Visa, Mastercard e Amex, além de ecossistemas regionais de fintech e prestadores de serviços de pagamento (PSPs), tornando-o amplamente acessível em diversos mercados.
O mercado global de carteiras digitais processou mais de US$ 13,9 trilhões em 2023, com crescimento contínuo até 2025, à medida que as carteiras digitais se expandem no comércio eletrônico e nos pagamentos em lojas físicas. Estima-se que o volume global de transações do Google Pay seja de cerca de US$ 5,2 trilhões em 2025, ficando atrás apenas dos cerca de US$ 8,7 trilhões do Apple Pay, com grande parte desse volume impulsionado pela Índia e outros mercados onde o uso de dispositivos móveis é predominante e onde o Google Pay domina os pagamentos em lojas físicas.
O Google Wallet mantém uma adoção constante, mas menor, nos EUA em comparação com o Apple Pay.
Embora a adoção seja menor do que a do Apple Pay, o Google Wallet se beneficia da presença do Android em uma gama mais ampla de dispositivos.
| Plataforma | Usuários dos EUA em 2024 | Usuários nos EUA em 2026 (projeção) | Participação dos usuários de carteiras nos EUA |
|---|---|---|---|
| Apple Pay | ~60–65,6 milhões | ~67–87,5 milhões | ~49% |
| Google Pay | ~35–48,6 milhões | ~53M | ~30% |
Globalmente, o Google Wallet lidera em vários mercados em forte crescimento:
Em termos demográficos, o Google Wallet é mais utilizado pela faixa etária de 25 a 44 anos, com forte adesão da Geração Z e da Geração Y.
💹 Tendência surpreendente: O Google Wallet detém uma participação menor nas transações de carteiras digitais nos EUA, mas os usuários do Google Pay continuam impulsionando um crescimento constante, apoiados pela participação do Android no mercado de smartphones. Ao comparar o Apple Pay com o Google Pay, isso reflete uma clara divisão entre o domínio nos EUA e o alcance global.
A segurança e a confiança são fundamentais para o funcionamento do Apple Pay e do Google Pay. Ambas as plataformas foram projetadas para reduzir fraudes, proteger dados confidenciais e limitar os riscos para os comerciantes, como parte de uma estratégia mais ampla de prevenção de fraudes no comércio eletrônico, mas adotam abordagens ligeiramente diferentes.
Tokenização para transações seguras: Tanto o Apple Pay quanto o Google Pay substituem os dados do cartão por dados tokenizados durante as transações, reduzindo o risco de fraude e limitando a exposição a estornos. O uso do chip Secure Element (SE) pelo Apple Pay adiciona uma camada extra de proteção baseada em hardware.
Autenticação biométrica: O Apple Pay garante uma autenticação biométrica consistente por meio do Face ID ou do Touch ID em todos os dispositivos. O Google Wallet oferece proteções semelhantes, mas a implementação pode variar dependendo do dispositivo e das configurações do usuário.
Criptografia e armazenamento de dados: ambas as plataformas estão em conformidade com a norma PCI e minimizam o acesso dos comerciantes aos dados dos cartões. O Apple Pay armazena mais informações no próprio dispositivo, o que costuma ser considerado mais seguro por usuários preocupados com a privacidade.
Privacidade e compartilhamento de dados: o Apple Pay segue uma política rigorosa de não rastreamento, limitando a forma como os dados das transações são utilizados. O Google Wallet oferece recursos mais baseados em dados, como integração com programas de fidelidade e recomendações contextuais.
Exposição dos dados do comerciante: ambas as carteiras reduzem a responsabilidade do comerciante ao impedir o manuseio direto de dados confidenciais de cartões. Isso diminui o risco tanto no processo de checkout quanto nos fluxos pós-compra.
Confiança e aceitação dos consumidores: Ao comparar o Apple Pay com o Google Pay, o Apple Pay tende a liderar em mercados onde a confiança é um fator determinante, como os EUA e o Reino Unido, enquanto os usuários do Google Pay impulsionam a aceitação em regiões onde o Android é dominante.
Conformidade regulatória: ambas as plataformas atendem aos padrões globais de conformidade, mas o enfoque do Apple Pay na privacidade lhe confere uma vantagem em mercados onde a proteção de dados é uma prioridade.
À medida que as carteiras digitais, como o Apple Pay e o Google Pay, ganham espaço, aumenta também a complexidade da gestão de disputas relacionadas a essas transações. Muitas transações não autorizadas não são rejeitadas no momento do pagamento. Elas aparecem posteriormente na forma de estornos.
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Espera-se que as carteiras digitais continuem a se expandir para as áreas de identidade, autenticação e serviços financeiros integrados, à medida que sua adoção continua a crescer.
| Cronologia dos pagamentos digitais globais até o momento | |
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Década de 2000 – Ascensão dos pagamentos online e móveis
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1999: Lançamento do PayPal
2003: A Alipay é fundada pela Alibaba (China)
2005: A NTT Docomo lança o Osaifu-Keitai no Japão – a primeira grande carteira digital
2007: Lançamento do M-PESA no Quênia – considerado um marco para a inclusão financeira
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Década de 2010 – O boom das carteiras digitais e a ascensão das fintechs
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2011: Lançamento do Google Wallet
2014: Lançamento do Apple Pay
2015: Samsung Pay e Android Pay entram no mercado
2016: A UPI é lançada na Índia
2017: WeChat Pay e Alipay dominam o mercado chinês
2019: O Facebook anuncia o Libra (posteriormente renomeado como Diem)
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Década de 2020 – Convergência das carteiras
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2020: Os pagamentos sem contato ganham força em todo o mundo
2021: A Apple introduz o suporte ao Digital ID
2021: Nigéria lança o eNaira
2022: O Pix brasileiro se torna dominante nos pagamentos em tempo real
2023: Lançamento do FedNow nos EUA
2024: Protótipos do euro digital são testados
2025: Expansão dos recursos de identidade digital e carteira digital no Apple Pay e no Google Wallet
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Quantas pessoas usarão o Apple Pay em 2026?
O Apple Pay conta com mais de 700 milhões de usuários em todo o mundo (cerca de 744 milhões em 2024, com projeção de cerca de 780 milhões até o final de 2026), com crescimento contínuo impulsionado pela adoção nos EUA, no Reino Unido e em outros mercados desenvolvidos.
Quantos usuários do Google Pay existem?
Estima-se que o número de usuários do Google Pay varie entre 200 e 250 milhões em todo o mundo, com forte crescimento em mercados onde o Android é predominante, como a Índia e o Sudeste Asiático.
Qual é maior: Apple Pay ou Google Pay?
O Apple Pay lidera nos EUA tanto em participação de mercado quanto em volume de transações, enquanto o Google Pay tem um alcance global mais amplo devido à escala do Android.
Qual é a participação de mercado do Apple Pay?
A participação de mercado do Apple Pay ultrapassa 50% das transações com carteiras digitais em lojas físicas nos EUA, tornando-o a carteira digital dominante.
Qual é a participação de mercado do Google Pay?
A participação de mercado do Google Pay nos EUA é de cerca de 17% das transações com carteiras digitais em lojas físicas (aproximadamente 30% dos usuários de carteiras digitais), mas é significativamente maior nos mercados emergentes.
Qual é a diferença entre o Google Wallet e o Apple Pay?
O Google Wallet prioriza a flexibilidade em dispositivos e serviços Android, enquanto o Apple Pay está fortemente integrado ao ecossistema da Apple, oferecendo maior controle sobre a segurança e a experiência do usuário.
O Apple Pay é mais seguro que o Google Pay?
Ambos são altamente seguros, mas o Secure Element baseado em hardware do Apple Pay e suas rigorosas políticas de privacidade lhe conferem uma vantagem em termos de percepção de segurança.
Fontes primárias (dados oficiais)
Pesquisa de mercado e estatísticas
Dados do setor e da plataforma
Dados sobre pagamentos regionais e globais

Recupere 4 vezes mais estornos e evite até 90% dos estornos recebidos, com o apoio da IA e de uma rede global de 20.000 comerciantes.